Mosaico da Vila

E repare o leitor como a língua portuguesa é engenhosa. Um contador de historias é justamente o contrario do historiador, não sendo um historiador, afinal de contas, mais do que um contador de histórias
Machado de Assiso leitor como a língua portuguesa é engenhosa. Um contador de historias é justamente o contrario do historiador, não sendo um historiador, afinal de contas, mais do que um contador de histórias" Machado de AssisOSAICO DA VILA
E repare o leitor como a língua portuguesa é engenhosa. Um contador de historias é justamente o contrario do historiador, não sendo um historiador, afinal de contas, mais do que um contador de histórias" Machado de AssisICO DA VILA
E repare o leitor como a língua portuguesa é engenhosa. Um contador de historias é justamente o contrario do historiador, não sendo um historiador, afinal de contas, mais do que um contador de histórias" Machado de Assisepare o leitor como a língua portuguesa é engenhosa. Um contador de historias é justamente o contrario do historiador, não sendo um historiador, afinal de contas, mais do que um contador de histórias" Machado de Assis

A sala
Ao entra na sala ver-se um quadro na parede em companhia de um diploma moldurado que também está ali pendurado. O cheiro do passado irrita o nariz, mas mesmo assim é agradável, pois da essência nostálgica vêm á lembrança da infância, onde as horas passam sem pressa... Em busca da eternidade.
Nada mudou, apenas os dias que tiveram pressa de torna-se novos, mas ali nada é novidade, tudo está intacto e acobertado pela poeira como se quisesse ser guardião, na inusitada película da mais fina terra, trazida pelo vento que as ventarolas não contem.
A mobília que não consta na memória quantos aniversário possui, dilui como sabão no termino de cada dia, mês, ano... Ao olhar para fora da janela, a cidade vai passando vagarosamente com seus citadinos a vender, a caminhar e a procissionar nas ruelas de paixões, intrigas e solidões.
No console negro ficam os porta-retratos dos vultos que nas fotografias, ficaram preto e branco, pois as cores são dádivas de anos vindouros. esta ali a sala como se fosse versos de poemas melancólicos, desses que se lê de madrugada quando o silêncio inunda tudo.
Tudo é nostalgia, e na sala silenciou-se as novenas a São José, as reuniões dos coronéis, os namoricos das moçoilas, as festas de batizado e casamento, mas mantém-se aspergida pelas lagrimas de alguns e protegida pela pele fina da poeira que a imortaliza por anos de solidão sem fim.
Júnior Vianna
Teresina, 27dejunho de 2007

Um comentário:

Mentes alternativas, almas inconsientes disse...

uma sala de sentimentos...
a nostalgia de cada momento torna os momentos seguintes mais claros e menos expectados...
será que isso é o ideal? ao racional parece ser, mas e ao resto?