Mosaico da Vila

E repare o leitor como a língua portuguesa é engenhosa. Um contador de historias é justamente o contrario do historiador, não sendo um historiador, afinal de contas, mais do que um contador de histórias
Machado de Assiso leitor como a língua portuguesa é engenhosa. Um contador de historias é justamente o contrario do historiador, não sendo um historiador, afinal de contas, mais do que um contador de histórias" Machado de AssisOSAICO DA VILA
E repare o leitor como a língua portuguesa é engenhosa. Um contador de historias é justamente o contrario do historiador, não sendo um historiador, afinal de contas, mais do que um contador de histórias" Machado de AssisICO DA VILA
E repare o leitor como a língua portuguesa é engenhosa. Um contador de historias é justamente o contrario do historiador, não sendo um historiador, afinal de contas, mais do que um contador de histórias" Machado de Assisepare o leitor como a língua portuguesa é engenhosa. Um contador de historias é justamente o contrario do historiador, não sendo um historiador, afinal de contas, mais do que um contador de histórias" Machado de Assis

Para o cronista


Ao certo não nos conhecemos, mas somos bons amigos se levarmos em conta à literal metonímia. Há algum tempo atrás, ao folhear alguns livros em uma biblioteca, tive o prazer de encontrar um de seus livros, diga-se de passagem, o primeiro. O que mais me chamou atenção a princípio foram as fotos de um passado tão recente.

Da parte escrita, a única coisa que ainda carregava era o tic-tac do relógio, o impressionante é que o “qual é a graça?” só conseguir desvendar anos posteriores, onde mais uma vez eu bisbliotava em uma biblioteca. De todas as crônicas que me enveredei no “Ruínas da Memória”, encantei-me e curvei-me diante o lajedo nu, ali no Rosário, que como diz o nosso conterrâneo O.G. de Carvalho: “ Nem mesmo os beijos piedosos conseguiram apagar.”

A crônica a qual me refiro faz referência a um pesquisador alemão que defendeu tese relacionada ao sagrado pé – pré-histórico. Depois de completa leitura, aumentou ainda mais o meu ufanismo por essa terra, como diz Guimarães Rosa:”O mais importante e bonito é isto; que as pessoas não estão sempre iguais, mas que elas vão sempre mudando.”

Depois de ter lido o seu primeiro livro e seu artigo “Passos, passos” em uma das revistas do IHO, fui fisgado pelo seu “Pescadores da Tribo”, onde tive a certeza que os escritores de Oeiras são magos. Após ter lido a crônica que intitula o livro, fiquei tocado por outras, dentre a quais: “Olhos de Garrincha”, “A morte do sineiro”, “Último carnaval” e “Epitáfio”, assim recordei-me de uma citação de José Lins do Rego:”O povo é em nossos dias herói de nossos livros. Isto equivale a dizer que temos uma grande literatura.” Tenho grande estima por esse livro, tão quanto por sua mais nova obra, “Conversa escrita n'água.”

Essa livro foi a gota d'agua para eu demolir o W.T.C do meu coração, de ver as coisas com mais simplicidade e que nossa cidade atacada pelo modismo capitalista, pode ser ainda recuperada e voltar a se como antes. Não posso negar, que fiquei emocionado ao descrever a “cidadezinha de minha mãe” - São José do Peixe, fiquei ainda mais feliz de ser oeirense.

Por fim, quero pedir desculpas por ter roubado seu tempo. Olhe! faço votos que os seu livros se esgotem como “Ruínas da Memória”e que do escombro renasça inúmeras outras.
Um abraço desse seu leitor,

Júnior Vianna

Um comentário:

Jornalismo disse...

continuo visitando...
passa lá!!
bjuxx