Mosaico da Vila

E repare o leitor como a língua portuguesa é engenhosa. Um contador de historias é justamente o contrario do historiador, não sendo um historiador, afinal de contas, mais do que um contador de histórias
Machado de Assiso leitor como a língua portuguesa é engenhosa. Um contador de historias é justamente o contrario do historiador, não sendo um historiador, afinal de contas, mais do que um contador de histórias" Machado de AssisOSAICO DA VILA
E repare o leitor como a língua portuguesa é engenhosa. Um contador de historias é justamente o contrario do historiador, não sendo um historiador, afinal de contas, mais do que um contador de histórias" Machado de AssisICO DA VILA
E repare o leitor como a língua portuguesa é engenhosa. Um contador de historias é justamente o contrario do historiador, não sendo um historiador, afinal de contas, mais do que um contador de histórias" Machado de Assisepare o leitor como a língua portuguesa é engenhosa. Um contador de historias é justamente o contrario do historiador, não sendo um historiador, afinal de contas, mais do que um contador de histórias" Machado de Assis

Homens de Poder

Não sou muito de política, até por que entre rabos e bocas, na cidade de oeiras é bem melhor você observar do que tomar partido, algo que se estende do amor demasiado a trocas de farpas. É a velha herança deixada pelo Visconde para uma cidade ficar divida entre tapas e beijos.

É sem dúvida uma política matreira, liderada por homens fortes, que fizeram dessa arte, lema de suas vidas, homens que abdicaram de suas vidas privadas para estarem com o povo, ou erroneamente em nome do povo, um povo por sua vez acometido de uma paixão demasiada onde nas obscuridades do sentimento perdem completamente a razão. Assim é Oeiras, que há muitos dias e anos se ver dividida em ideologias que se passa de pai para filhos e fazem de uma família inteira um curral eleitoral, todavia, algo que já mudou muito quando o sentido de democracia se torna cada vez mais popular.

Ao que toca a política desse ano, a cidade de Oeiras vivera o que podemos chamar de, o duelo, que por sua vez caberá a história imortalizar nos seus anais. De um lado, uma nação dita Boca Preta, que em meio a uma paixão demasiada esquece que o carisma é muito mais importante, o líder de ontem é o mesmo de sempre, admirável com um português de dar inveja a muitos, mas esquece de falar a língua do povo, são os mistérios de um pássaro lendário, que canta para atrair a fêmea, mais em tempos atuais, a coisa parece mudar de rumos.
Do outro lado, aqueles que se consideram filhos da terra, daí a designação popular de Tupamaro, uma analogia ao líder Túpac Amaru, índio peruano que lutou e morreu em nome de seu povo. O líder é o mesmo de ontem, mas que aos poucos passa a batuta ao filho, é o cacique, que de fala rápida, que depois de doze anos calou um público e fez verter dos olhos do filho as lagrimas de orgulho e gratidão. Falou para uma tribo de apaixonados que se fizeram ouvintes de uma fala simples e objetivas, pois para falar bem não precisa de palavras alegóricas.

Dessa forma é a Oeiras e seus homens de poder, mas me perdoe o pássaro misterioso e o velho cacique, pois Oeiras tem outro líder... O menino que fez os olhos do cacique lacrimejar em seu discurso tipicamente popular e a ave toma vôo em outras tantas vezes. Assim é Oeiras, que confunde democracia com paixão, evidenciando homens de ontem e de hoje, que entram para a história como heróis e vilões, dependendo em que posição você esteja.

Junior Vianna

8 comentários:

Vanessa disse...

Querido Junior,
só agora encontei seu blog, entrei, e logo vi sua ultima crônica, assino embaixo no que minha mãe e meu pai falaram de voçe:" uma pessoa digna,com um intelecto inigualável e acima de tudo humano."
Um beijo da sua mais nova fã!

Vanessa Tapety.

Zooeira disse...

Júnior,
Belo texto, parabéns.
Edmo

a cor da chita disse...

Caríssimo Júnior,

Que o olhar de um bom cronista, permaneça sempre com você.
Um abraço forte.
Parabéns!

JADSON disse...

O texto alia serenidade e brilhantismo.È IRRETOCÁVEL!!!

jacyara osório disse...

Mais d que palavras... emoção!
amei...

cynthia osório disse...

Júnior, acabo de constatar: quem escreve bem, escreve o que bem quer!
Escreva mais, mais e mais...
Nós merecemos, bjos!

Cynthia Osório.

Cynara Littera disse...

Júnior,como agora além de sociolinguista, tento ser analista de discurso,identifico no seu texto a ideologia subjacente,com persuasão.Aí está sua arte de escrever!

Cynara Osório.

Paula Carvalho disse...

Se fossemos olhar o lado boca preta ou simplesmente o lado rabo branco veremos que, o autor da crônica dirigiu-se com completa impacialidade, e essa é uma virtude de um jornalista. Mas, a política que é confudida com paixão, é defato uma marca registrada em todos os habitantes da velha e quarida capital, visto que, os que não tomaram partido não são considerados cidadãos, pois devemos votar para exercer nossa cidadania.
Oeiras caminha para um novo passo, e como diz Maquiavel: Muda, nem que seja para pior.
Oeiras precisa de muita mudança, pois do jeito que permanece, não é possível que uma só pessoa em sã consciência, diga que está tudo ok e que Oeiras está no rumo certo.
O povo de Oeiras cansou de ser enganado, querido Júnior. É preciso que os comentários sejam coerentes com a questão a ser analisada. O slogan "mãe da probreza" é uma cópia infiel daquele que foi proferido por Evita Perón.

Admiro muito as suas palavras, mas todo gênio haverá de ser criticado.

Abraços.
Paula Carvalho.